Desempenho da comunidade
Os números abaixo somam as paradas principais publicadas pela comunidade. Pontos acumulados, quantas pessoas colocaram a faixa, semanas no Global 100 e a melhor posição que ela alcançou.
Primeira aparição em parada publicada: Semana 31, 2026.
Evolução no Global 100
Posição da faixa no ranking coletivo em cada semana em que ela entrou, das mais antigas para as mais recentes.
- Semana 31, 2026#33
- Semana 32, 2026#24
- Semana 33, 2026#37
- Semana 34, 2026#16
- Semana 35, 2026#14
- Semana 36, 2026#13
- Semana 37, 2026#18
- Semana 38, 2026#19
- Semana 39, 2026#27
Quem mais colocou nas paradas
Ordenado pelos pontos que cada pessoa deu a esta música nas próprias paradas. Uma faixa em #1 vale mais do que a mesma faixa em #20.
Sobre a música
"Catedral", de Jão, já somou 79.502 pontos nas paradas da comunidade ChartFM e presença em 109 paradas de usuários. Nesta semana, a música aparece no Global 100 na posição #27, com 6.506 pontos. Seu melhor resultado no Global 100 foi #13, e ela já permaneceu 9 semanas nesse ranking. No Overall do ChartFM, que considera o desempenho acumulado ao longo das semanas, "Catedral" ocupa a posição #73. Entre as pessoas que mais pontuaram "Catedral" nas próprias paradas estão @rafito, @badxmau e @whatthelucas. A primeira aparição em parada publicada foi em Semana 31, 2026.
O que a comunidade escreveu sobre Memórias Póstumas
As reviews abaixo são do álbum inteiro, não só desta faixa. O disco tem nota 67 no ChartFM, a partir de 15 avaliações.
É para mim a obra mais madura, íntima e corajosa da carreira de Jão, foge do clichê adolescente em que ele se encontrava na primeira fase de sua carreira, aqui, ele é mais destemido e vulnerável em se abrir de forma sincera sobre perdas; É nítido a maturidade lírica, com uma boa evolução na produção, o álbum possui uma narrativa coesa, pois, busca conexão com o ouvinte do começo ao fim com a história contada; Faixas que merecem atenção "Catedral", "Por Você", "Eu sempre volto", e a melhor do álbum com 5minutos de duração, "Literatura;
Ao buscar inspiração direta no realismo machadiano e na ironia fina de Memórias Póstumas de Brás Cubas, Jão consegue entregar um conjunto de canções que constroem um manifesto sobre a finitude, o luto e a imperfeição humana. A importância deste disco reside na sua capacidade de romper com o escapismo tradicional do gênero pop, provando que a música comercial de grande alcance pode — e deve — carregar profundidade literária e densidade emocional. O conteúdo do álbum é de uma riqueza poética ímpar. Afastando-se das megaproduções eletrônicas e dos refrões puramente eufóricos de seus trabalhos anteriores, Jão opta por uma sonoridade orgânica, interiorizada e dolorosamente honesta. As letras, afiadas e melancólicas, equilibram a vulnerabilidade do luto com uma ironia sofisticada, transformando dores universais em poesia acessível a multidões. Mais do que um sucesso comercial instantâneo, Memórias Póstumas estabelece um novo patamar para a carreira de Jão e para o próprio pop nacional. É um disco que exige escuta atenta, que respeita a inteligência do ouvinte e que corajosamente celebra as nossas fragilidades mais profundas.

