O que o seu perfil guarda do seu histórico
Cada edição publicada vira soma de artistas, soma de músicas e uma lista de números 1
Quando você publica uma edição da sua parada, ela não fica só na página daquela semana. Ela entra em três agregados, e eles se atualizam sozinhos.
Nada disso é digitado por você. Tudo sai das posições que você escolheu.
A tabela de artistas
Cada artista que passou pela sua parada recebe a soma dos pontos das posições que as músicas dele ocuparam, em todas as edições.
Junto disso vêm quatro números:
- Quantas músicas distintas daquele artista já entraram.
- Em quantas edições ele apareceu.
- O pico, que é a melhor posição que uma música dele já alcançou.
- Quantas vezes ele foi o número 1.
Também aparece o crescimento percentual, que compara os pontos do artista com o período anterior. É o número que mostra quem está entrando na sua rotação agora, e não quem já está lá há meses.
Artista convidado conta inteiro
Se uma música tem participação, o convidado recebe os mesmos pontos da posição que o artista principal. Os pontos não são divididos.
Isso tem efeito visível: quem faz muitas participações sobe rápido na sua tabela de artistas, mesmo sem nunca ter tido uma música própria na sua parada. Se um nome que você não esperava aparece alto, geralmente é esse o motivo.
A tabela de músicas
Mesma lógica, por música. Pontos somados, edições em que apareceu, pico e quantas vezes liderou.
Um detalhe pequeno: a capa exibida é a da edição em que a música chegou ao pico. Se ela subiu ao primeiro lugar em março, a capa que aparece é daquela edição.
A lista de números 1
O terceiro agregado é a lista das músicas que já ocuparam o primeiro lugar. Cada uma guarda quantas edições liderou, a primeira e a última.
É o histórico mais curto do perfil e o que conta a história mais clara. Uma lista com três nomes em seis meses descreve uma pessoa. Uma com vinte descreve outra.
Edições contam presença, não sequência
Vale entender uma coisa sobre o número de edições, porque ele é lido errado com frequência. Ele conta em quantas edições a música apareceu, não quantas edições seguidas.
Uma música que entrou em janeiro, saiu em fevereiro e voltou em março tem três edições no total, e não uma sequência interrompida. Buraco não zera a conta.
O pico funciona do mesmo jeito: é a melhor posição já alcançada, em qualquer edição, e ele nunca piora. Se uma música chegou ao segundo lugar uma vez e passou os meses seguintes na vigésima posição, o pico continua sendo o segundo lugar.
As duas escolhas apontam na mesma direção: o perfil registra o que aconteceu de melhor e o total de vezes, e não pune quem some por um tempo.
Por que isso importa mais do que parece
Escuta que não é registrada desaparece. Você lembra do que ouviu neste mês e não do que ouviu em fevereiro.
Um histórico de paradas resolve isso sem esforço extra, porque você já estava escolhendo as músicas e o registro é subproduto. Um ano depois, o perfil responde perguntas que sua memória não responde: qual música ficou mais tempo com você, em que mês seu gosto virou, qual artista entrou e não saiu mais.
Isso só funciona se as posições forem honestas. Ordem inventada gera um histórico bonito e inútil.
Perguntas frequentes
- Se eu apagar uma edição, os agregados mudam?
- Sim. Eles são recalculados a partir das edições que existem, não guardados como total fixo.
- Minhas duas paradas se misturam na conta?
- Não. Cada parada tem seus próprios agregados, com a escala de pontos da cadência dela.
- Outras pessoas veem isso?
- Sim, o perfil é público. É a parte do site que mais se parece com um portfólio de escuta.
