Desempenho no ChartFM
A tabela de faixas mostra os pontos acumulados por cada música do álbum, quantas semanas ela passou no Global 100 e sua melhor posição no ranking coletivo.
Maiores fãs do álbum
Recepção da comunidade
Como as notas se distribuem
- Aclamação universal90–100 0
- Muito recomendado70–89 2
- Recepção mista50–69 1
- Geralmente desfavorável30–49 0
- Repúdio generalizado0–29 1
A nota é a média das avaliações da comunidade, numa escala de 0 a 100. A distribuição mostra em que faixa cada nota caiu, o que separa um disco em que todos concordam de um disco que divide.
O que escreveram
The Tortured Poets Department é um álbum coeso e melancólico, mas que mantém Taylor Swift em uma zona de conforto criativa. As letras continuam sendo o grande trunfo da artista, acompanhadas por uma produção refinada, mas falta ao disco a ousadia e a diversidade sonora que marcaram alguns dos momentos mais interessantes de sua carreira. O grande destaque é I Can Do It with a Broken Heart, que contrapõe uma sonoridade dançante a uma letra carregada de exaustão emocional. A escolha funciona muito bem e mostra o talento de Jack Antonoff na construção desse contraste. Outras faixas, como Fortnight, But Daddy I Love Him e Guilty as Sin?, representam bem a atmosfera do álbum, embora a participação de Post Malone em "Fortnight" acabe sendo mais discreta do que poderia. O principal problema está na pouca variação entre as músicas. Apesar de manter um bom nível de qualidade, muitas faixas seguem caminhos muito parecidos, fazendo com que a audição pareça mais longa do que o necessário. Em vez de uma sequência de momentos marcantes, o álbum transmite a sensação de uma longa coleção de reflexões com poucas mudanças de ritmo ou intensidade. O encerramento com Clara Bow também não ajuda. A música é uma das menos inspiradas do repertório e termina o disco de forma pouco memorável. No fim das contas, The Tortured Poets Department é um trabalho consistente e certamente agradará aos fãs mais dedicados de Taylor Swift. Ainda assim, é um álbum que prefere a segurança à experimentação e, justamente por isso, acaba deixando uma impressão menos duradoura do que outros capítulos de sua discografia.